"Taylor is Free": fãs de Taylor Swift comemoram fim de prazo que barrava regravação de álbuns
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“Taylor is Free”: fãs de Taylor Swift comemoram fim de prazo que barrava regravação de álbuns

O dia primeiro de novembro começou agitado para os swifties. Mais um capítulo do desentendimento entre Taylor e sua antiga gravadora, a Big Machine Records, fica marcado com o fim da data que proibia regravações de álbuns lançados pelo selo. Em agosto de 2019, Taylor Swift revelou em entrevista ao Good Morning America que a partir de novembro de 2020, poderia regravar todas as suas músicas que estavam sob os direitos de Scooter Braun nos últimos 5 anos. Esse impasse começou quando Taylor Swift resolveu deixar a BMR porque tentou proteger sua carreira, uma vez que a empresa não ia bem economicamente.

Como tudo começou

Para entender o quão significativo é Taylor Swift recuperar o direito sobre suas gravações, é preciso voltar ao tempo quando a popstar ofereceu ao antigo manager Scott Borchetta a proposta de comprar suas próprias masters (arquivos das música finalizados que vão para distribuição física e digital). Em uma tentativa de recuperar seu próprio trabalho, aliada à situação na qual a gravadora se encontrava na época, em dezembro de 2018, Taylor recebeu uma recusa por parte de Scott; que por sua vez a propôs recuperar cada álbum antigo para cada próximo lançado pela Big Machine Records.

A partir desse momento, a cantora decide por deixar toda sua discografia para trás, nas mãos da BMR, e parte para projetos futuros dos quais ela teria todos os direitos de gravação. Entretanto, pouco tempo depois, Taylor recebeu a notícia de que Scooter Braun, grande agenciador de artistas como Justin Bieber e Ariana Grande, comprou os direitos de suas músicas por US$ 300 milhões. Em junho de 2019, mês no qual a notícia veio a público, Taylor Swift foi à sua conta no Tumblr para expressar sua indignação e expor sobre como Scooter Braun a tratava pessoalmente, incluindo situações envolvendo bullying.

A partir de agora, Taylor Swift pode regravar todas as canções de seus álbuns anteriores ao “1989”. Isso pode signifcar um grande prejuízo para a Big Machine Records, já que os fãs estão mobilizados para consumir apenas as versões das faixas pertencentes à popstar americana. Ainda não se sabe qual o destino das masters pertencentes à BMR.

“Taylor is Free”: fãs de Taylor Swift comemoram fim de prazo que barrava regravação de álbuns

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